Heroína
A heroína é produzida a partir de uma planta chamada papoula.
Com a planta se faz o ópio que, refinado, produz a heroína (uma variação da morfina).
Ela pode estar em pó ou sólida e é aquecida, geralmente em uma colher, para ficar líquida e, assim, ser injetada, que é a forma mais usada.
Provoca uma sensação de euforia e bem-estar.
Logo depois de injetar, o usuário entra num estado meio sonolento, como se estivesse em outra realidade, sentindo alívio para seus problemas emocionais.
Causa relaxamento muscular, as pálpebras ficam mais baixas e as pupilas, contraídas, O usuário começa a falar mais devagar, arrastando as palavras, diminuem os batimentos cardíacos e a freqüência respiratória.
Num segundo estágio, ela leva a uma depressão profunda, fazendo com que a pessoa busque novamente a droga, em doses maiores.
Entre as complicações provocadas pela heroína estão surdez, cegueira, problemas nos sistemas respiratório, digestório e reprodutor.
Ela pode causar náusea, delírio e coma.
Atrapalha o raciocínio e pode até levar à morte.
Sua aplicação injetável provoca a morte dos tecidos das veias, o que vai tornando cada vez mais difícil encontrar uma veia para injetar a droga.
Afeta também o estômago e o intestino, causando vômitos, dores abdominais.









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