Maconha
Há quem acredite na existência de drogas “mais leves” opinião questionada por muitos especialistas que defendem a tese de que droga é droga e todas são prejudiciais.
Mesmo estas que criam polêmica, como a maconha, podem causar grande dependência.
Tem pessoas que defendem o uso ocasional da maconha, utilizam de vez em quando e não admitem a dependência.
Mas quando ela passa a alterar o comportamento, afasta do convívio social habitual e se integra à rotina, pode ser considerada um vício.
A maconha geralmente é encontrada em forma de folhas picadas, como tabaco, que são enroladas em papel para cigarro e assim servem de fumo.
No início fuma-se um cigarro de maconha de vez em quando, depois uma vez por semana, todo dia.
Quando menos se espera, ela já faz parte da rotina.
A maconha provoca aumento dos batimentos cardíacos, euforia e diminuição da pressão sangüínea.
A pessoa que fuma maconha fica com a boca seca, pupila dilatada e tem bastante fome.
Pode causar ainda irritação na garganta e nos pulmões, bronquite, enfisema pulmonar, deficiência no aprendizado, dor de cabeça, depressão, desânimo, irritação, entre outras conseqüências.
Quem usa maconha por muito tempo sofre com perda de memória e dificuldade de concentração.
Na mulher, ela altera o ciclo menstrual e, no homem, diminui o número de espermatozóides.
A sensação de bem-estar e relaxamento que ela provoca é o que costuma atrair adeptos.
Até que um dia o relaxamento produzido pela maconha não é mais suficiente.
É preciso buscar algo mais forte, o corpo já não reage como antes.
Esse é só um dos motivos que pode levar a pessoa a outras drogas.
Muitos usuários mudam, também, porque não encontraram a droga que desejavam ou porque ela não estava disponível na hora.









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